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“Quando o internauta está curtindo os objetos que vai comprar pela web, ele está curtindo uma fantasia de consumo. Quanto mais recursos existirem neste espaço, mais forte será a relação do consumidor com o produto”, afirma Sérgio Bairon. Segundo o estudo, o consumo digital tem o potencial de fortificar a fantasia e o prazer que a relação física não potencializa da mesma forma. “Quando o consumidor está com o objeto na mão, a fantasia vai embora, existe o ‘choque do real’”, comenta o professor.

“Recursos como, por exemplo, 3D, realidade aumentada, câmera 360ª, trabalham o lúdico da experiência e ajudam no que se refere à parte afetiva. As pessoas vão contar aos outros também em função dos produtos”, diz o especialista.

Fonte: Proxxima


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