Os heróis não são mais os mesmos: agora jogam videogame, acessam redes sociais em smartphones e tem mais amigos no Facebook do que o número de vizinhos que você teve durante a vida. Somos uma geração de especialistas que já nasceu na internet. Você não precisa entender de tudo, mas vai precisar confiar em alguém que saiba. Os heróis não são mais os mesmos: agora jogam videogame, acessam redes sociais em smartphones e tem mais amigos no Facebook do que o número de vizinhos que você teve durante a vida. Somos uma geração de especialistas que já nasceu na internet. Você não precisa entender de tudo, mas vai precisar confiar em alguém que saiba. Os heróis não são mais os mesmos: agora jogam videogame, acessam redes sociais em smartphones e tem mais amigos no Facebook do que o número de vizinhos que você teve durante a vida. Somos uma geração de especialistas que já nasceu na internet. Você não precisa entender de tudo, mas vai precisar confiar em alguém que saiba. Os heróis não são mais os mesmos: agora jogam videogame, acessam redes sociais em smartphones e tem mais amigos no Facebook do que o número de vizinhos que você teve durante a vida. Somos uma geração de especialistas que já nasceu na internet. Você não precisa entender de tudo, mas vai precisar confiar em alguém que saiba.
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Para conscientizar os jovens da importância na prevenção da AIDS, a Quê e a MIX desenvolveram uma ação no Facebook no dia 1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à AIDS. Uma “falha” do Facebook que era explorada por alguns hackers para conseguir visitas extras em seus sites, a agência postou no perfil da rádio dois vídeos com apelos sensuais, com uma mulher e um homem, respectivamente. Atraídos pela curiosidade, os internautas clicavam nos vídeos e eram surpreendidos por uma mensagem no fim: “Com o HIV também é assim: você se distrai, pega o vírus e compartilha sem nem perceber. Dá uma olhadinha no seu mural. Previna-se sempre, 1º de dezembro, Dia Mundial de Combate à AIDS.”

A ideia viral era compartilhada automaticamente no perfil do usuário, que ignorou a possibilidade daquele vídeo ser um “vírus”.


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